Mostrando postagens com marcador Coisas de mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coisas de mulher. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de outubro de 2008

Coisas de Mulher


Decididamente somos diferentes: nós somos daqui e ‘eles’ de lá!Nós, mulheres, temos coisas que os homens não entendem: uma delas são nossas bolsas!
Passa ano, entra ano, os homens conseguiram abolir suas pochetes, suas carteiras, suas bolsas ‘tiracolo’ que viraram quase envelope, tipo cartão de apresentação. Passaram a sair, apenas, com o cartão de crédito e uns trocados. Colocam esse ‘arsenal’ num dos cinqüenta bolsinhos das calças. Não sabem nem onde vão colocar as mãos que ficam voando por aí. E o interessante é que dá certo: ficam com liberdade e sem ‘risco’ de roubo.Conosco o negócio já é diferente: a moda deste ano não passará imperceptível, e estamos felizes com o tamanho descomunal das bolsas. Eu não faço parte do time das mulheres grandes: mas estou à procura da maior bolsa do mundo. Que caiba tudo. Os homens não têm a noção do que carregamos! Mas somos assim: gostamos de sair levando a nossa casa! O que vira tortura é acharmos as coisas dentro da bolsa... E neste ponto começa o nosso vasto repertório #*§*#... - que aprendemos com eles!
Outra coisa é o fôlego que temos para percorrer as 400 lojas de um shopping e, em cada uma pedir reserva da mercadoria por uma hora. Terminada a via-crúcis, voltamos pra casa: pensamos e pensamos... E a dúvida continua. Porém, tudo vira surpresa: acabamos comprando o que nem cogitávamos. Maravilha. Os homens agüentam isso? Não: eles têm aquela coisa sem graça, de comprar no primeiro impulso sem ver cor, preço e pesquisar outros modelos. Compram no desatino.Nós, mulheres, temos orgulho de sermos diferentes: curtimos a compra. Ficamos horas olhando as ‘araras’ cheias de cabides, as prateleiras abarrotadas de blusas que temos certeza que não vamos comprar. Eu não tenho muita objetividade no quesito ‘comprar’; gosto de soltar minha imaginação. Fico a imaginar o tanto de horrível que tal coisa ficaria em mim... Mas isso não deixa de ser um exercício, algo de cunho educativo: olhar e não levar. Acho que dado ao fato de sermos assim, nossos sentidos são mais aguçados: ficamos na observação, o que não deixa de ser uma vantagem.
Nosso lado multifacetado ainda nos torna abnegadas. Somos felizes quando amamos um só homem, quando somos respeitadas e amadas verdadeiramente. E não precisamos provar nossa feminilidade... Portanto, não critiquem nossas manias:São coisas de mulher!