Isso aconteceu ontem,quando eu voltava para casa. Fiquei um tanto chocada com a cena,pois mesmo sabendo que a agressividade direta está presente a todo momento e em todo os lugares é sempre contundente observá-la.
Sei que todos nós guardamos ainda de nossos ancestrais unhas e presas afiadas. Mas,nossa obrigação é trabalhar para que elas desapareçam aos poucos.
Tenho prestado bastante atenção neste meu lado,pois percebo-me com as garras ainda muito afiadas.É por isso,que acontecendo a agressividade aparentemente sem motivo,empunho minha lupa e saio farejando-lhe as pegadas até encontrar-lhe a causa e poder exclamar:”Elementar,meu caro Watson”.O mais importante dessa atividade "detetivesca",é realizá-la não apenas em relação à agressão alheia como a respeito de nossa própria agressão,aquela que explode às vezes à nossa revelia,deixando o outro magoado e nós mesmos perplexos.







